terça-feira, 17 de outubro de 2017

Refazer o passado

Eu dava tudo,
E não perguntes porquê?!...
Para apagar os erros,
E voltar a crescer.

O mal vivido esquecer,
E os enganos esborratar.
Fazer o que ninguém prevê,
E caprichar em tudo.

Realizar tudo o que me apetece
E nada, nem ninguém me impede.
De loucuras (boas), cometer
E tudo o resto esquecer.

Viver a vida,
E jamais pensar que esta está perdida.
Não permitir que seja destruída,
Porque será sempre protegida.


(2009)


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Será que é justo?

Boas minha gente, antes demais peço desculpa por não ter escrito nem postado na semana anterior (não o fiz devido a motivos pessoais). Bem hoje escrevo sobre algo que penso que já todos nós já nos demos a pensar, no porquê de certas doenças e acontecimentos aparecerem nas vidas daquelas pessoas que para nós não merecem. Aquela doença tão cruel, naquele acidente tão inesperado, naquele sofrimento tao imenso em quem não merece em quem tenta fazer o bem e não fez nada para que merecesse tal castigo da vida.
Uma coisa é certa, ninguém neste mundo merece sofrer de alguma doença ou ter agum tipo de acidente que cause sofrimento, porém, se pusermos as coisas de certo pontos de vista existem certas pessoas que mais depressa se vissemos passar por essas situações não nos custaria tanto do que as que passam.
Crescemos a ouvir que Deus (falo nisto porque católica, embora não praticante) é justo e que não faz nada por acaso. Agora eu questiono-em porque ele “castiga” as pessoas que menos merecem e deixa impunes aqueles que menos fazem para ajudar os outros e que não levam uma vida assim tão “certa”?, sim, porque tudo que é bom que acontece na vida é agradecido a Ele e quando as coisas são más? Será que também não será sua obra, por alguma razão?
O mundo é feito de comtroversias confusas que nos trocam as voltas e que nos deixam baralhados sem saber se é justo ou não e se acontece porque tem que acontecer ou é apenas mero acaso...
Desde muito jovem sempre disse que nada é justo e hoje mais do que nunca defendo isso devido às injustiças com que me deparo todos os dias...
Será justo tudo o que acontece a todos nós neste mundo?


9.Outubro.2017

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Sorte de poucos

Quem não quer a sorte encontrar?
Encontrar aquela pessoa que nos faz sonhar?
Sonhar que a felicidade é verdadeira
E não apenas mais uma brincadeira...

Nem todos são desta lotaria vencedores...
Pois é sorte que sai de tempo a tempo
E que não abrange todos os jogadores
Dependendo tudo da aposta feita no certo momento.

Encontrar aquele alguém que para nós é perfeito
Por preencher os nossos vazios por ser o eleito!

Perfeições não são reais!
Porém, há quem tente tudo fazer
Para aos seus companheiros serem leais
E fazerem uma relação a pena valer!

Amor é bom,
Quando sincero!
Mas quando não toca no mesmo som
Mais vale procurar outro “cheiro”.

De nada vale o nosso tempo desperdiçar
Com alguém que não sabe conquistar!
A vida continua com outras oportunidades,
Tudo dependendo das nossas agilidades!


27.Setembro.2017

terça-feira, 19 de setembro de 2017

As lembranças de casa...

Boas minha gente. Hoje irei escrever sobre uma realidade que quase todos os emigrantes enfrentam, as saudades e lembranças de casa, da sua terra natal. Quem é que estando longe das suas origens mesmo que por muito ou pouco tempo não sente aquele aperto e aquela vontade de chorar, ficando os olhos cheios de lágrimas ao bater aquela lembrança?
Lembrança esta não apenas das tradições da sua terra natal, mas sim dos momentos em família, dos costumes feitos com os elementos familiares. Estando longe até os momentos mais mínimos são lembrados, as brigas, as birras, os momentos de alegrias e festas, as brincadeiras, ou seja, tudo o que antes era como algo banal ganha um valor sentimental nunca pensado antes.
Estando longe dos que mais amamos o simples ouvir das suas vozes por chamada, video chamada ou por mensagem de voz faz logo tremer o nosso coração e trás logo aquela vontade avassaladora de chorar desesperadamente pela dor da saudade que nos esmaga o coração.
Quantas e quantas vezes apenas o visualizar fotografias faz estremecermos ao lembrarmos dos momentos em que elas foram registadas.
A distância faz com que tudo seja sentido com muita mais intensidade. O visualizar das fotografias e vídeos faz relembrar desses momentos vividos, dos abraços, dos beijos, dos sorrisos, das lágrimas e por consequência faz lembrar o momento da despedida dolorosa, daquela despedida cheia de choro, tristeza e aperto no coração por ter de partir para longe abandonando os que mais amamos.
Dói termos de nos despedir dos nossos pais, irmãos, sobrinhos, familiares e amigos, sendo aqueles mais proximos os mais dolorosos de se despedir, o que torna a despedida no aeroporto ainda mais marcada nas nossas mentes, pois por mais que tentamos apenas relembrar os bons momentos vem sempre esse triste momento junto.
Minha gente a quem acompanha o meu blog sabem que já escrevi sobre temas parecidos. Quem está longe da sua família será que não passa pelo mesmo?
Nao é justo termos de viver longe das nossas familias e de quem mais amamos!!!
O que acha? Dê a sua opinião.


19.Setembro.2017

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Desvalorização

Boas minha gente. Hoje venho escrever sobre a desvalorização, não a nível pessoal (com já falei antes no meu blog), mas sim a nível profissional e até mesmo nas relações que mantemos no nosso quotidiano, com os nossos amigos e familiares.
Quem é que nunca se sentiu desvalorizado/a em qualquer momento da sua vida e carreira, seja por uma pessoa superior a si mesmo (alguém com um cargo mais alto) ou por alguém que lhe é conhecido e que faz parte da sua vida?
Pois bem minha gente linda, uma pessoa quando se auto-desvaloriza já é meio caminho andado para a depressão e para o fracasso na sua vida, porém, quando se junta a desvalorização vindo daqueles com quem trabalhamos e convivemos todos os dias é mesmo como se estivessem a cavar um buraco para nos enterrarem.
Infelizmente nos dias de hoje o que podemos constatar é que a sociedade esqueceu o significado da boa educação e do saber dizer um simples “obrigado/a”, “está bem feito o que fez”, já nada serve para saber valorizar as coisas que os outros fazem. Se fizermos é porque é como uma obrigação, pois não fazemos nada mais que o nosso dever em fazer tudo bem, porém, se cometemos um pequeno engano, ou algo náo táo bem feito como sempre fazemos começam logo a apontar os defeitos, como se sempre fizessemos tudo mal.
Sinceramente minha gente, eu acho que não custa nada ter boa educação e saber agradecer ou valorizar o trabalho ou esforço dos outros quando bem feitos. Não custa nada e faz tão bem a quem o recebe.
PORQUE NÃO VALORIZAR OS ESFORÇOS DOS OUTROS? Não custa e pode significar tanto para quem ouve!

O que acha? Concorda comigo?

14.Setembro.2017


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Sou gordinha, e daí?

Boas minha gente, hoje venho escrever-vos sobre um tema que sempre foi muito complicado para mim mesma desde a minha infância (e penso que para muitas mais raparigas e rapazes assim como eu), o seu gordinha, fofinha, ter uns quilinhos a mais, rechonchuda ou qualquer apelido que conheçam para as pessoas mais avantajadinhas de peso.
Sim, hoje escrevo sobre aqueles/as que sempre sofreram bulling (discriminação) desde os tempos de escola ou até mesmo dos almoços em família (sim, porque mesmo em família há quem esteja sempre a apontar o dedo por a criança ser gordinha e estar a comer doces, como se fosse possível pôr uma criança apenas a comer vegetais).
Uma pessoa gordinha só por si mesma já é discriminada. Basta sair à rua e qual é o esteriótipo de beleza? As magras (aquelas magrelas que apenas têm pele e osso, quase parecendo anoréxicas). Logo aí já as pessoas mais avantajadas sentem-se mal por ver tantas pessoas magras, em seguida vem as lojas de roupa, insistem em criar modelos de tamanhos absurdamente pequenos (como que todas as pessoas fossem magras como esqueletos), embora já começem a ter roupas para pessoas maiores teimam em usar padrões antiquados como se fossem para pessoas que não percebem de beleza, conjugação de roupas, obrigando-as a usarem estilos que mais lembram o tempo dos nossos avós (sem onfença).
Nas escolas, os gordinhos são sempre os alvos de piada dos amiguinhos apenas por serem mais “fofinhos”, sendo muitas vezes, além de gozados e humilados publicamente também alvo de violência por parte dos colegas e muitas vezes, infelizmente, rebaixados por alguns professores (tudo devido à aparência física).
Porque raio as pessoas mais fortes não têm direito à vida como as pessoas ditas “normais” (magras)? Porquê deixarmos de ter roupas giras, de sair e divertirmo-nos, ir à praia, usar roupas mais curtas, ou ter até mesmo certos empregos por apenas estarmos acima do peso? Porque vivemos numa sociedade tão antiquada que CONDENA as pessoas gordinhas por apenas serem gordinhas?
Tal como o vídeo de uma youtuber que assisti (Owahana, uma youtuber portuguesa) que defende os mesmos princípios que eu, o porquê de nós pessoas gordinhas e lindas não podermos usar as roupas que queremos, ir à praia e nos divertirmo-nos como as pessoas que têm menos peso?
Nós somos bem fofinhos e amorosos, cheios de carinho, amor e alegria para dar aos que nos rodeiam para animar-lhes o seu dia. Somos melhores que as pessoas magras, consumidas pela sociedade e a sua beleza estereotipada!
SOMOS FELIZES À NOSSA MANEIRA!!! e a quem não gosta, TEMOS PENA!!
O que acha deste assunto? Faz parte da sociedade antiquada que defende que os mais gordinhos não têm direito à vida, ou defende que temos tanto direito como todas as pessoas a usufruirmos desta vida que temos?


4.Setembro.2017

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cicatrizes

Eu queria… passar em frente.
Sem olhar para todo o sempre.
Esquecer o que aconteceu,
E pensar que nada se perdeu.

Ultrapassar o que se originou,
E pensar que tudo já passou.
Apagar o que existiu,
E que já se partiu.

Imaginar que me enganei…
De tal maneira.
Sendo burra, de explicar-me…
De fazer essa asneira.

É enorme o ódio que sinto,
E isso não minto.
De ter sonhado e fantasiado,

Coisas tão estúpidas que já tinha pintado.

(2010)