segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Amizade ou meros conhecidos

Boas minha gente. Hoje como o próprio título já dá a conhecer irei falar sobre os que pensamos serem nossos amigos, mas que afinal podem apenas não passarem de conhecidos. Eu sei que isto pode ser dramático, porém passo a explicar o porquê segundo a minha perspectiva.
Desde a nossa infância que temos os nossos amiguinhos, amiguinhos estes que com o passar dos anos vão apenas permanecendo aqueles com quem temos mais afinidade. É normal que com o passar dos anos vamos (não perdendo amigos, mas sim aqueles com quem não travamos assim tão grande empatia) descobrindo quem é que realmente permanece do nosso lado.
Está certo que a vida é feita de altos e baixos e de novas aventuras para todos nós, porém, agora pergunto mesmo com as distâncias se estabelencendo entre as pessoas (um efeito normal das vidas e rumos profissionais) não seria normal mesmo assim as verdadeiras amizades tentarem manter contacto mesmo que de uma maneira menos regular do que antes? Será que as verdadeiras amizades não continuam a se preocupar umas com as outras devido a agora terem novas vidas e novos rumos? Será que as verdadeiras amizades não passam a serem meros conhecidos (que sim se conhecem, porém apenas contatam-se por educação, não por se preocuparem como antes pelo bem estar do outro)?
Pois é minha gente, esta é a minha perspectiva, pois se alguém achar que me enganei, por favor, que dê a sua opinião. No meu ponto de vista, amizade verdadeira é aquele que mesmo longe não acaba, continua e a preocupação pelo bem estar do outro e por manter vivo o contacto entre as pessoas em questão!
Amizade verdadeira é aquela que foge do esquecimento causado pela distância! Será que ainda existem amizades verdadeiras? Será que de facto podemos dizer que temos um amigo que realmente se preocupado connosco ou que é apenas mais um mero conhecido? O que acha?


21.Agosto.2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O sentido e as peripécias da vida

Perco a vontade de sorrir…
O motivo é desconhecido.
Não acho lá muita graça às peripécias da vida.

Dizem que devo agarrar-me às coisas boas da vida,
E quando estas são muito poucas?
Agarrar-me ao quê?

São poucas as pessoas que me proporcionam…
Proporcionam os momentos bons da vida.

Que devo fazer?
Na minha cabeça existe uma roda que não pára de girar.
Deixa-me confusa,

Sem saber o que fazer!

(2010)


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Espaço para si mesmo

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre o espaço que todos nós precisamos de tempos a tempos para ficarmos sozinhos connosco mesmos. Será que alguém nunca sentiu necessidade de se “privar” de tudo e de todos para ficar um pouco isolado no seu mundo para parar por um pouco e desligar?
Todos nós (ou quase todos se houver alguma excepção) necessitamos por algum momento de dar um basta na correria da rotina e pararmos um pouco para descansar ou pelo menos pensarmos no que andamos a fazer da nossa vida.
Parar para pensarmos no que temos feito, de como temos agido e do rumo que temos dado à nossa vida. Parar para pensarmos no que estamos a fazer com a nossa estadia cà na terra e nas decisões que temos tomado.
Enfim, sei que por mais que as pessoas andem “atarantadas” com as suas vidas corridas, comandadas pelos seus trabalhos e pelas suas rotinas acho que deveriam tentar tirar de vez em quando um tempinho para pensarem nas suas vidas e em tudo o que têm feito. Uma coisa é certa, mesmo com as suas correrias as pessoas despendem tempo para observarem e comentarem as vidas e comportamentos dos outros sem saber o que se passa com eles. Então, já que dispensam tempo para falarem e observarem a vida dos outros porque não deixarem de fazê-lo e passarem a dedicar esse tempinho às suas próprias vidas? Sim! Em vez de só se queixarem que a vida corre mal e nada bate certo, de falarem das vidas dos outros porque não olharem para as suas próprias vidas e aplicarem esse tempo para uma instrospectiva! Olharem para as suas vidas, para o que estão fazendo delas e de tudo o que têm feito!
Todos nós precisamos de ter espaço e tempo para nós mesmos, porém para analisarmos e fazermos o balanço de como andam as nossas vidas (não as dos outros).
Não há nada como dedicarmos algum tempinho a nós mesmos!

O que acha? Partilha da mesma opinião que eu ou discorda?


(2017)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Desespero

Cada dia que passa
Eu sinto que te perco,
Mesmo sem te ter.

Tudo parece uma desgraça
E a alegria desapareça!

Queria pensar ao contrário…
Mas… isso é impossível.
Porque a dor permanece
E o que é quente arrefece!

O sofrimento passa a ser diário!
E a humilhação terrível!

Sonhos… tornam-se pesadelos,
E tudo passa a ser tormento.

(2009)

terça-feira, 25 de julho de 2017

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre um assunto que talvez não chame à atenção de todos, porém, alguma vez nas suas vezes já recorreram a ela, a fé! Será que em alguma fase da sua vida já não recorreu a promessas a fim de obter ajuda divina (seja a ajuda em nível de saúde, profissional, enfim, em alguma situação à qual necessitava de ajuda).
Eu não me considero uma cristã praticante, porém, sim já recorri à fé (pedindo ajuda aos seres superiores) em ocasiões em que não via “nenhuma porta de saída”.
Não digo que todas as pessoas recorram à fé, porém, quase que todas as pessoas já o fizeram, nem que seja em momentos de desespero.
Não se trata de ter vergonha ou de sermos crentes convictos mas sim de pormos a possibilidade de querermos acreditar que existe alguém superior a nós humanos, que nos observa e que tenha a possibilidade de nos ajudar minimizando a nossa angústia e sofrimento.
Nem todos a têm, mesmo assim, quase que de certeza que em algum momento da vida já recorreu à fé para amenizar o momento menos bom.
NÃO SE TRATA DE TER FÉ OU NÃO! TRATA-SE DE ACREDITAR!

(2017)


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Desengano

Cada vez, abro mais os olhos e…
Descubro que o mundo é cada vez mais injusto.
Sempre que confiamos em alguém,
Desiludimo-nos sempre.
Quando pensamos que existe alguém…
Em que pensamos que nos acha especial,
Abrimos os olhos e vemos que é tudo mentira.

Caímos para um mundo obscuro,
Triste e solitário!
Onde estamos sem ninguém, …
Sozinhos…
Completamente abandonados.

É triste!
Sinto-me só, …
Desprezada!

Acabo sempre por pensar que as pessoas gostam mesmo de mim, …
Mas afinal, … engano-me sempre!
Quando penso que alguém é mesmo meu amigo, …
Acordo e caio sempre num mundo escuro,
Onde reina a solidão, a tristeza, o desprezo, entre outros sentimentos péssimos.

(2010)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Robotizados

Boas minha gente! Hoje venho falar-vos de nós, seres humanos, “robotizados” pela sociedade, pela nossa rotina! Quantos de nós já temos as nossas rotinas de tal modo “penetrado” nas nossas vidas que fazemos as coisas como que automaticamente, no modo “piloto automático”. Fazemos as coisas de tal maneira que às vezes nem nos damos de conta ao fazer o que fazemos todos os dias.
Todos nós, ou pelo menos a maioria já tem como que uma rotina, ou seja, está na escola ou no trabalho, tendo de obedecer a regras e a horários.
Nesta publicação decidi escrever sobre este tema devido a vir-me a aperceber cada vez mais deste tema do qual vos falo hoje. Não falo apenas pelo meu quotidiano ou pelos que me rodeiam, falo sim porque todos os dias deparo-me com várias pessoas a passarem por mim sempre na mesma correria todos os dias a fim de cumprirem os seus horários a tempo e horas, ou seja, deixamo-nos ser comandados pelo tempo. Deixamos de ter uma vida e vontade própria. Não podemos estar no controle da nossa jornada nesta terra porque temos de viver consoante as rotinas que nos incumbem de seguir.
Para vivermos temos de obedecer a regras e seguir as instruções que nos são dadas, não devendo pisar o risco, ou ainda encontram alguém que nos substitua e siga as regras de quem nos comanda.
Infelizmente nascemos quase que robotizados porque já temos quase que todos os nossos passos traçados, desde a nascença até ao leito da nossa morte. É o padrão de vida a que todos “devemos” seguir para não sermos uns estranhos à nossa sociedade (rebeldes).

Falamos que os robôs são criados apenas para seguirem os programas que lhes são inseridos. E nós? O que somos nós nesta nossa rica sociedade senão meros robôs?

(2017)