terça-feira, 19 de setembro de 2017

As lembranças de casa...

Boas minha gente. Hoje irei escrever sobre uma realidade que quase todos os emigrantes enfrentam, as saudades e lembranças de casa, da sua terra natal. Quem é que estando longe das suas origens mesmo que por muito ou pouco tempo não sente aquele aperto e aquela vontade de chorar, ficando os olhos cheios de lágrimas ao bater aquela lembrança?
Lembrança esta não apenas das tradições da sua terra natal, mas sim dos momentos em família, dos costumes feitos com os elementos familiares. Estando longe até os momentos mais mínimos são lembrados, as brigas, as birras, os momentos de alegrias e festas, as brincadeiras, ou seja, tudo o que antes era como algo banal ganha um valor sentimental nunca pensado antes.
Estando longe dos que mais amamos o simples ouvir das suas vozes por chamada, video chamada ou por mensagem de voz faz logo tremer o nosso coração e trás logo aquela vontade avassaladora de chorar desesperadamente pela dor da saudade que nos esmaga o coração.
Quantas e quantas vezes apenas o visualizar fotografias faz estremecermos ao lembrarmos dos momentos em que elas foram registadas.
A distância faz com que tudo seja sentido com muita mais intensidade. O visualizar das fotografias e vídeos faz relembrar desses momentos vividos, dos abraços, dos beijos, dos sorrisos, das lágrimas e por consequência faz lembrar o momento da despedida dolorosa, daquela despedida cheia de choro, tristeza e aperto no coração por ter de partir para longe abandonando os que mais amamos.
Dói termos de nos despedir dos nossos pais, irmãos, sobrinhos, familiares e amigos, sendo aqueles mais proximos os mais dolorosos de se despedir, o que torna a despedida no aeroporto ainda mais marcada nas nossas mentes, pois por mais que tentamos apenas relembrar os bons momentos vem sempre esse triste momento junto.
Minha gente a quem acompanha o meu blog sabem que já escrevi sobre temas parecidos. Quem está longe da sua família será que não passa pelo mesmo?
Nao é justo termos de viver longe das nossas familias e de quem mais amamos!!!
O que acha? Dê a sua opinião.


19.Setembro.2017

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Desvalorização

Boas minha gente. Hoje venho escrever sobre a desvalorização, não a nível pessoal (com já falei antes no meu blog), mas sim a nível profissional e até mesmo nas relações que mantemos no nosso quotidiano, com os nossos amigos e familiares.
Quem é que nunca se sentiu desvalorizado/a em qualquer momento da sua vida e carreira, seja por uma pessoa superior a si mesmo (alguém com um cargo mais alto) ou por alguém que lhe é conhecido e que faz parte da sua vida?
Pois bem minha gente linda, uma pessoa quando se auto-desvaloriza já é meio caminho andado para a depressão e para o fracasso na sua vida, porém, quando se junta a desvalorização vindo daqueles com quem trabalhamos e convivemos todos os dias é mesmo como se estivessem a cavar um buraco para nos enterrarem.
Infelizmente nos dias de hoje o que podemos constatar é que a sociedade esqueceu o significado da boa educação e do saber dizer um simples “obrigado/a”, “está bem feito o que fez”, já nada serve para saber valorizar as coisas que os outros fazem. Se fizermos é porque é como uma obrigação, pois não fazemos nada mais que o nosso dever em fazer tudo bem, porém, se cometemos um pequeno engano, ou algo náo táo bem feito como sempre fazemos começam logo a apontar os defeitos, como se sempre fizessemos tudo mal.
Sinceramente minha gente, eu acho que não custa nada ter boa educação e saber agradecer ou valorizar o trabalho ou esforço dos outros quando bem feitos. Não custa nada e faz tão bem a quem o recebe.
PORQUE NÃO VALORIZAR OS ESFORÇOS DOS OUTROS? Não custa e pode significar tanto para quem ouve!

O que acha? Concorda comigo?

14.Setembro.2017


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Sou gordinha, e daí?

Boas minha gente, hoje venho escrever-vos sobre um tema que sempre foi muito complicado para mim mesma desde a minha infância (e penso que para muitas mais raparigas e rapazes assim como eu), o seu gordinha, fofinha, ter uns quilinhos a mais, rechonchuda ou qualquer apelido que conheçam para as pessoas mais avantajadinhas de peso.
Sim, hoje escrevo sobre aqueles/as que sempre sofreram bulling (discriminação) desde os tempos de escola ou até mesmo dos almoços em família (sim, porque mesmo em família há quem esteja sempre a apontar o dedo por a criança ser gordinha e estar a comer doces, como se fosse possível pôr uma criança apenas a comer vegetais).
Uma pessoa gordinha só por si mesma já é discriminada. Basta sair à rua e qual é o esteriótipo de beleza? As magras (aquelas magrelas que apenas têm pele e osso, quase parecendo anoréxicas). Logo aí já as pessoas mais avantajadas sentem-se mal por ver tantas pessoas magras, em seguida vem as lojas de roupa, insistem em criar modelos de tamanhos absurdamente pequenos (como que todas as pessoas fossem magras como esqueletos), embora já começem a ter roupas para pessoas maiores teimam em usar padrões antiquados como se fossem para pessoas que não percebem de beleza, conjugação de roupas, obrigando-as a usarem estilos que mais lembram o tempo dos nossos avós (sem onfença).
Nas escolas, os gordinhos são sempre os alvos de piada dos amiguinhos apenas por serem mais “fofinhos”, sendo muitas vezes, além de gozados e humilados publicamente também alvo de violência por parte dos colegas e muitas vezes, infelizmente, rebaixados por alguns professores (tudo devido à aparência física).
Porque raio as pessoas mais fortes não têm direito à vida como as pessoas ditas “normais” (magras)? Porquê deixarmos de ter roupas giras, de sair e divertirmo-nos, ir à praia, usar roupas mais curtas, ou ter até mesmo certos empregos por apenas estarmos acima do peso? Porque vivemos numa sociedade tão antiquada que CONDENA as pessoas gordinhas por apenas serem gordinhas?
Tal como o vídeo de uma youtuber que assisti (Owahana, uma youtuber portuguesa) que defende os mesmos princípios que eu, o porquê de nós pessoas gordinhas e lindas não podermos usar as roupas que queremos, ir à praia e nos divertirmo-nos como as pessoas que têm menos peso?
Nós somos bem fofinhos e amorosos, cheios de carinho, amor e alegria para dar aos que nos rodeiam para animar-lhes o seu dia. Somos melhores que as pessoas magras, consumidas pela sociedade e a sua beleza estereotipada!
SOMOS FELIZES À NOSSA MANEIRA!!! e a quem não gosta, TEMOS PENA!!
O que acha deste assunto? Faz parte da sociedade antiquada que defende que os mais gordinhos não têm direito à vida, ou defende que temos tanto direito como todas as pessoas a usufruirmos desta vida que temos?


4.Setembro.2017

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cicatrizes

Eu queria… passar em frente.
Sem olhar para todo o sempre.
Esquecer o que aconteceu,
E pensar que nada se perdeu.

Ultrapassar o que se originou,
E pensar que tudo já passou.
Apagar o que existiu,
E que já se partiu.

Imaginar que me enganei…
De tal maneira.
Sendo burra, de explicar-me…
De fazer essa asneira.

É enorme o ódio que sinto,
E isso não minto.
De ter sonhado e fantasiado,

Coisas tão estúpidas que já tinha pintado.

(2010)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Amizade ou meros conhecidos

Boas minha gente. Hoje como o próprio título já dá a conhecer irei falar sobre os que pensamos serem nossos amigos, mas que afinal podem apenas não passarem de conhecidos. Eu sei que isto pode ser dramático, porém passo a explicar o porquê segundo a minha perspectiva.
Desde a nossa infância que temos os nossos amiguinhos, amiguinhos estes que com o passar dos anos vão apenas permanecendo aqueles com quem temos mais afinidade. É normal que com o passar dos anos vamos (não perdendo amigos, mas sim aqueles com quem não travamos assim tão grande empatia) descobrindo quem é que realmente permanece do nosso lado.
Está certo que a vida é feita de altos e baixos e de novas aventuras para todos nós, porém, agora pergunto mesmo com as distâncias se estabelencendo entre as pessoas (um efeito normal das vidas e rumos profissionais) não seria normal mesmo assim as verdadeiras amizades tentarem manter contacto mesmo que de uma maneira menos regular do que antes? Será que as verdadeiras amizades não continuam a se preocupar umas com as outras devido a agora terem novas vidas e novos rumos? Será que as verdadeiras amizades não passam a serem meros conhecidos (que sim se conhecem, porém apenas contatam-se por educação, não por se preocuparem como antes pelo bem estar do outro)?
Pois é minha gente, esta é a minha perspectiva, pois se alguém achar que me enganei, por favor, que dê a sua opinião. No meu ponto de vista, amizade verdadeira é aquele que mesmo longe não acaba, continua e a preocupação pelo bem estar do outro e por manter vivo o contacto entre as pessoas em questão!
Amizade verdadeira é aquela que foge do esquecimento causado pela distância! Será que ainda existem amizades verdadeiras? Será que de facto podemos dizer que temos um amigo que realmente se preocupado connosco ou que é apenas mais um mero conhecido? O que acha?


21.Agosto.2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O sentido e as peripécias da vida

Perco a vontade de sorrir…
O motivo é desconhecido.
Não acho lá muita graça às peripécias da vida.

Dizem que devo agarrar-me às coisas boas da vida,
E quando estas são muito poucas?
Agarrar-me ao quê?

São poucas as pessoas que me proporcionam…
Proporcionam os momentos bons da vida.

Que devo fazer?
Na minha cabeça existe uma roda que não pára de girar.
Deixa-me confusa,

Sem saber o que fazer!

(2010)


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Espaço para si mesmo

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre o espaço que todos nós precisamos de tempos a tempos para ficarmos sozinhos connosco mesmos. Será que alguém nunca sentiu necessidade de se “privar” de tudo e de todos para ficar um pouco isolado no seu mundo para parar por um pouco e desligar?
Todos nós (ou quase todos se houver alguma excepção) necessitamos por algum momento de dar um basta na correria da rotina e pararmos um pouco para descansar ou pelo menos pensarmos no que andamos a fazer da nossa vida.
Parar para pensarmos no que temos feito, de como temos agido e do rumo que temos dado à nossa vida. Parar para pensarmos no que estamos a fazer com a nossa estadia cà na terra e nas decisões que temos tomado.
Enfim, sei que por mais que as pessoas andem “atarantadas” com as suas vidas corridas, comandadas pelos seus trabalhos e pelas suas rotinas acho que deveriam tentar tirar de vez em quando um tempinho para pensarem nas suas vidas e em tudo o que têm feito. Uma coisa é certa, mesmo com as suas correrias as pessoas despendem tempo para observarem e comentarem as vidas e comportamentos dos outros sem saber o que se passa com eles. Então, já que dispensam tempo para falarem e observarem a vida dos outros porque não deixarem de fazê-lo e passarem a dedicar esse tempinho às suas próprias vidas? Sim! Em vez de só se queixarem que a vida corre mal e nada bate certo, de falarem das vidas dos outros porque não olharem para as suas próprias vidas e aplicarem esse tempo para uma instrospectiva! Olharem para as suas vidas, para o que estão fazendo delas e de tudo o que têm feito!
Todos nós precisamos de ter espaço e tempo para nós mesmos, porém para analisarmos e fazermos o balanço de como andam as nossas vidas (não as dos outros).
Não há nada como dedicarmos algum tempinho a nós mesmos!

O que acha? Partilha da mesma opinião que eu ou discorda?


(2017)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Desespero

Cada dia que passa
Eu sinto que te perco,
Mesmo sem te ter.

Tudo parece uma desgraça
E a alegria desapareça!

Queria pensar ao contrário…
Mas… isso é impossível.
Porque a dor permanece
E o que é quente arrefece!

O sofrimento passa a ser diário!
E a humilhação terrível!

Sonhos… tornam-se pesadelos,
E tudo passa a ser tormento.

(2009)

terça-feira, 25 de julho de 2017

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre um assunto que talvez não chame à atenção de todos, porém, alguma vez nas suas vezes já recorreram a ela, a fé! Será que em alguma fase da sua vida já não recorreu a promessas a fim de obter ajuda divina (seja a ajuda em nível de saúde, profissional, enfim, em alguma situação à qual necessitava de ajuda).
Eu não me considero uma cristã praticante, porém, sim já recorri à fé (pedindo ajuda aos seres superiores) em ocasiões em que não via “nenhuma porta de saída”.
Não digo que todas as pessoas recorram à fé, porém, quase que todas as pessoas já o fizeram, nem que seja em momentos de desespero.
Não se trata de ter vergonha ou de sermos crentes convictos mas sim de pormos a possibilidade de querermos acreditar que existe alguém superior a nós humanos, que nos observa e que tenha a possibilidade de nos ajudar minimizando a nossa angústia e sofrimento.
Nem todos a têm, mesmo assim, quase que de certeza que em algum momento da vida já recorreu à fé para amenizar o momento menos bom.
NÃO SE TRATA DE TER FÉ OU NÃO! TRATA-SE DE ACREDITAR!

(2017)


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Desengano

Cada vez, abro mais os olhos e…
Descubro que o mundo é cada vez mais injusto.
Sempre que confiamos em alguém,
Desiludimo-nos sempre.
Quando pensamos que existe alguém…
Em que pensamos que nos acha especial,
Abrimos os olhos e vemos que é tudo mentira.

Caímos para um mundo obscuro,
Triste e solitário!
Onde estamos sem ninguém, …
Sozinhos…
Completamente abandonados.

É triste!
Sinto-me só, …
Desprezada!

Acabo sempre por pensar que as pessoas gostam mesmo de mim, …
Mas afinal, … engano-me sempre!
Quando penso que alguém é mesmo meu amigo, …
Acordo e caio sempre num mundo escuro,
Onde reina a solidão, a tristeza, o desprezo, entre outros sentimentos péssimos.

(2010)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Robotizados

Boas minha gente! Hoje venho falar-vos de nós, seres humanos, “robotizados” pela sociedade, pela nossa rotina! Quantos de nós já temos as nossas rotinas de tal modo “penetrado” nas nossas vidas que fazemos as coisas como que automaticamente, no modo “piloto automático”. Fazemos as coisas de tal maneira que às vezes nem nos damos de conta ao fazer o que fazemos todos os dias.
Todos nós, ou pelo menos a maioria já tem como que uma rotina, ou seja, está na escola ou no trabalho, tendo de obedecer a regras e a horários.
Nesta publicação decidi escrever sobre este tema devido a vir-me a aperceber cada vez mais deste tema do qual vos falo hoje. Não falo apenas pelo meu quotidiano ou pelos que me rodeiam, falo sim porque todos os dias deparo-me com várias pessoas a passarem por mim sempre na mesma correria todos os dias a fim de cumprirem os seus horários a tempo e horas, ou seja, deixamo-nos ser comandados pelo tempo. Deixamos de ter uma vida e vontade própria. Não podemos estar no controle da nossa jornada nesta terra porque temos de viver consoante as rotinas que nos incumbem de seguir.
Para vivermos temos de obedecer a regras e seguir as instruções que nos são dadas, não devendo pisar o risco, ou ainda encontram alguém que nos substitua e siga as regras de quem nos comanda.
Infelizmente nascemos quase que robotizados porque já temos quase que todos os nossos passos traçados, desde a nascença até ao leito da nossa morte. É o padrão de vida a que todos “devemos” seguir para não sermos uns estranhos à nossa sociedade (rebeldes).

Falamos que os robôs são criados apenas para seguirem os programas que lhes são inseridos. E nós? O que somos nós nesta nossa rica sociedade senão meros robôs?

(2017)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Os viciados de hoje


Boas minha gente. Primeiramente queria pedir-vos desculpa pela minha ausência aqui no blog porém foi devido a problemas técnicos mais uma vez. Hoje escrevo sobre os viciados dos dias de hoje, da juventude e dos mais crescidos, pois atinge a todos em geral.
Nos dias que decorrem muitos são os vícios, estes desde as tecnologias a extras para nos distraírem da nossa rotina, porém todos os distraimentos têm um q.b., ou seja, uma medida suficiente para ser aceitável não ultrapassando o considerável normal.
Infelizmente muitos deixam-se influenciar de tal maneira que esquecem-se do mundo real e acabam por viver apenas aquela realidade virtual na qual estão acostumados nas suas rotinas.
Eu pergunto-me, com tantas alternativas boas que nos são disponibilizadas na mãe natureza e não só porquê deixar-se influenciar por algo que é feito e programado por algum génio da informática (por assim dizer).
Desculpem-me, sim eu sei que as novas tecnologias vieram trazer muitas vantagens e facilidades ao nosso dia-a-dia, porém, devido a estas também deixamos de tirar maior proveito do que nos é proporcionado gratuitamente e que nos rodeia todos os dias, a verdade é que é essa. Vivemos em função de estarmos constantemente ligados às tecnologias em vez de aproveitarmos e vivermos tudo ao máximo, em vez de guardarmos as recordações na nossa mente (dos momentos que passamos) guardamos em fotografias ou vídeos para partilharmos nas redes sociais para que os outros vejam (vivendo assim para captar a melhor perspectiva em vez de aproveitar os momentos na hora em que estão a vivê-la.
Bem, esta é a minha perspectiva sobre os viciados, viciados em jogos, ou apenas nas tecnologias.
APROVEITEM O AGORA E ESQUEÇAM AS TECNOLOGIAS.

(2017)