terça-feira, 11 de julho de 2017

Robotizados

Boas minha gente! Hoje venho falar-vos de nós, seres humanos, “robotizados” pela sociedade, pela nossa rotina! Quantos de nós já temos as nossas rotinas de tal modo “penetrado” nas nossas vidas que fazemos as coisas como que automaticamente, no modo “piloto automático”. Fazemos as coisas de tal maneira que às vezes nem nos damos de conta ao fazer o que fazemos todos os dias.
Todos nós, ou pelo menos a maioria já tem como que uma rotina, ou seja, está na escola ou no trabalho, tendo de obedecer a regras e a horários.
Nesta publicação decidi escrever sobre este tema devido a vir-me a aperceber cada vez mais deste tema do qual vos falo hoje. Não falo apenas pelo meu quotidiano ou pelos que me rodeiam, falo sim porque todos os dias deparo-me com várias pessoas a passarem por mim sempre na mesma correria todos os dias a fim de cumprirem os seus horários a tempo e horas, ou seja, deixamo-nos ser comandados pelo tempo. Deixamos de ter uma vida e vontade própria. Não podemos estar no controle da nossa jornada nesta terra porque temos de viver consoante as rotinas que nos incumbem de seguir.
Para vivermos temos de obedecer a regras e seguir as instruções que nos são dadas, não devendo pisar o risco, ou ainda encontram alguém que nos substitua e siga as regras de quem nos comanda.
Infelizmente nascemos quase que robotizados porque já temos quase que todos os nossos passos traçados, desde a nascença até ao leito da nossa morte. É o padrão de vida a que todos “devemos” seguir para não sermos uns estranhos à nossa sociedade (rebeldes).

Falamos que os robôs são criados apenas para seguirem os programas que lhes são inseridos. E nós? O que somos nós nesta nossa rica sociedade senão meros robôs?

(2017)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Os viciados de hoje


Boas minha gente. Primeiramente queria pedir-vos desculpa pela minha ausência aqui no blog porém foi devido a problemas técnicos mais uma vez. Hoje escrevo sobre os viciados dos dias de hoje, da juventude e dos mais crescidos, pois atinge a todos em geral.
Nos dias que decorrem muitos são os vícios, estes desde as tecnologias a extras para nos distraírem da nossa rotina, porém todos os distraimentos têm um q.b., ou seja, uma medida suficiente para ser aceitável não ultrapassando o considerável normal.
Infelizmente muitos deixam-se influenciar de tal maneira que esquecem-se do mundo real e acabam por viver apenas aquela realidade virtual na qual estão acostumados nas suas rotinas.
Eu pergunto-me, com tantas alternativas boas que nos são disponibilizadas na mãe natureza e não só porquê deixar-se influenciar por algo que é feito e programado por algum génio da informática (por assim dizer).
Desculpem-me, sim eu sei que as novas tecnologias vieram trazer muitas vantagens e facilidades ao nosso dia-a-dia, porém, devido a estas também deixamos de tirar maior proveito do que nos é proporcionado gratuitamente e que nos rodeia todos os dias, a verdade é que é essa. Vivemos em função de estarmos constantemente ligados às tecnologias em vez de aproveitarmos e vivermos tudo ao máximo, em vez de guardarmos as recordações na nossa mente (dos momentos que passamos) guardamos em fotografias ou vídeos para partilharmos nas redes sociais para que os outros vejam (vivendo assim para captar a melhor perspectiva em vez de aproveitar os momentos na hora em que estão a vivê-la.
Bem, esta é a minha perspectiva sobre os viciados, viciados em jogos, ou apenas nas tecnologias.
APROVEITEM O AGORA E ESQUEÇAM AS TECNOLOGIAS.

(2017)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O outro lado

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre as pessoas que andam no fundo do poço e mesmo assim dizem estar tudo bem apenas para que os outros não se preocupem.
Quem é que não conhece alguém que não está a passar por um bom momento. Que precisa de ajuda, mas mesmo assim coloca um sorriso na cara e finge que está sempre tudo bem?
No mundo existem várias pessoas assim e lidamos com inúmeras durante o nosso dia-a-dia. Os motivos podem ser os mais variados (de carácter pessoal a profissional) dizendo respeito apenas à pessoa que é envolvida.
Imensas pessoas dão o outro lado da face dando a entender que está tudo bem com elas, apenas pelo facto de se mentalizarem que os seus assuntos são só deles e que mais ninguém tem a haver com isso, pois a vida é só sua.
Estes indivíduos deveriam de saber que às vezes desabafar é bom e pode ajudar mais de nos imaginamos, pois desabafar não é arranjar alguém que acabe com os nossos problemas mas sim ter com quem possamos falar e deixar de ter tudo guardado para nós mesmos. Às vezes só o simples facto de podermos falar com alguém e deitar tudo cá para fora já é o suficiente para diminuir o peso no peito e a agonia no coração.
Todos nós gostamos de fazer-nos de fortes, porém é normal uma pessoa ir a baixo e ter momentos menos bons, NINGUÉM É DE FERRO. 

(2017)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O amor?

Quantos são os que amam?
Quantos são os que povam,
Lutam pelo sucesso da relação,
Pelo sentimento que vai no coração?

Quantas conversas
Que terminamcom o chorar?
Sofrimento sentido pelos dois
Causado pelo mal falar.

Dor, choro e arrependimento
Que desgastam uma relação!
Por mais que seja forte o sentimento
Deixa sempre alguma tenção…

Mágoas e tristezas…
Lágrimas e dores de cabeça…
São os problemas mais conhecidos
Pelo desgosto do coração!

Falar e agir de cabeça quente
Pode causar algum dano permanente.
Por isso duas vezes convém pensar
Antes de tudo estragar…


O que acha sobre o assunto? Será ou não que uma realação desgasta-se a cada briga? 


(2017)


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Internet

Boas minha gente, hoje venho falar-vos sobre a internet e a dependência que esta criou em todos nós seres humanos deste mundo, sendo desde os mais novos aos mais velhos. Quem diria que esta conseguiria um dia prender-nos de tal maneira às novas tecnologias fazendo com que seja quase que missão impossível passar umas horas sem ligação à rede.
O mundo está em constante evolução e todos nós sabemos disso. O mundo evoluiu de tal maneira que é quase que impossível encontrar algum posto de trabalho em que não seja utilizada a internet, seja esta para partilha, armanezamento e/ou pesquisa de dados.
No que diz respeito às redes sociais, das quais as pessoas usufruem porque querem e não por necessidade, as pessoas são como que dependentes de passarem todo o tempo a informar “os seus contactos/amigos/seguidores” sobre o que fazem, com quem estão e onde estão. Antigamente eram usadas (as redes sociais) para partilhar fotografias, porém agora serve para conversar, identificar, partilhar, até videos em direto agora é possivel fazer.
Isto tudo para dizer o quê? Que supostamente antigamente tudo o que originava trabalho manual de pesquisa, a presença fisica para estar e falar com alguém agora passa a ser necessário o acesso a dados móveis ou wi-fi e um aparelho suficientemente bom para tal efeito, tornando a “vida muito mais fácil” sem ser necessário “perder tempo” para realizar algo que pode estar ao alcance de um clique no ecrã.
Antigamente, um exemplo bem simples, para passarmos tempo podiamos ler um livro (o que hoje se faz num smartphone ou tablet), podiamos brincar na rua ou dentro de casa com os amigos (que agora, cada quem joga no seu telemóvel, portátil, tablet ou consola), ir passear ou simplesmente ir a um café ou cinema com alguém. Ou seja, tudo o que era feito antes de uma maneira na qual tinhamos de nos deslocar, hoje em dia é-nos possibilitado fazermos sentados apenas com cliques nos ecrãs.
Em suma, como já dito aqui no blog, existem muitas coisas das quais a internet veio a facilitar e a ajudar e muito, porém, por outro lado, existem muitas coisas das quais esta só veio a piorar como o sedentarismo e acabar com muitas relações interpessoais.

O que acha sobre este assunto? Concorda ou não que a internet veio a tornar-nos dependentes dela?


(2017)


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Impossibilitada…

Boas minha gente, hoje escrevo sobre a sensação de querermos fazer algo por alguém e sentirmo-nos como presos por não poder fazer nada. Quem é que nunca teve essa sensação? Querer ajudar alguém, querer fazer de tudo para tornar a pessoa mais alegre e não poder por não lhe ser possibilitado?
Que eu saiba, infelizmente, muitos de nós já passamos por isso inúmeras vezes, sendo por pessoas e/ou animais.
Não são apenas os profissionais que procuram ajudar as pessoas e os animais às suas voltas com as suas profissões, mas sim como também todos nós, tentando ajudar os nossos familiares, amigos e/ou os nossos animais domésticos.
É tão mau querermos fazer tudo para podermos ajudar uma pessoa e infelizmente não podermos fazer nada… Sernos impossibilitado fazer o que quer que seja para colocar um sorriso de novo na cara de alguém por conseguirmos de alguma maneira ter contribuido para alegrar o dia desse alguém em questão.
É tão mau não podermos ajudar as pessoas que mais amamos, estar-nos fora de alcance a possibilidade de mudar o que sentem e voltar a fazer com que se sintam bem.


(2017)


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Saudades dos que mais amamos

Boas minha gente. Mais uma vez escrevo sobre as benditas das saudades. Sei que já escrevi anteriormente das saudades da família e daqueles que mais amamos, por estarem apenas longe pela distância ou por já terem mudado de plano (terem partido deste mundo), sendo estes familiares ou apenas amizades.
Estando longe ou estando perto sempre haveremos de ter saudades dos que nos aquecem o coração, daqueles que nos fazem derramar uma lágrima ao pensarmos neles.
Pessoas ou “pessoinhas” de meio metro que nos marcaram de certa forma, seja por terem crescido ao nosso lado, por termos acompanhado o seu crescimento ou apenas por termos convivido com elas quase todo o tempo.
Quem é tio/a, filho/a, primo/a, irmã/o sabe do que falo, dos nossos queridos parentes que crescem dando-nos o privilégio de poder acompanhá-los e poder fazer parte daqueles grandes passos das suas vidas por serem os primeiros.
Eu, especificamente sou marcada por certas “pessoínhas” das quais tive o privilégio de acompanhá-las nas primeiras etápas de vida e desenvolvimento na adolescência.
Normal não termos uma ligação igual com todas as pessoas que nos marcaram, porém existem aquelas das quais a distância só vem trazer lágrimas aos olhos e mágoa ao coração por não podermos conviver com eles como conviviamos dia-a-dia e por não podermos partilhar de todos os momentos como antes.  Díficil se lembrar dos momentos passados e revendo fotos que só revivam na nossa memória todos os momentos já passados juntos, sejam estes com sorrisos, lágrimas, decisões ou apenas brincadeiras.
As lembranças podem ser confortantes, porém, estas mesmas também podem ser crúeis não trazendo apenas a felicidade das lembranças daqueles que mais amamos mas por trazerem-nos de volta à realidade que estamos longe e não podemos abraçá-los e “agarrá-los” como antes fazíamos.

A saudade dói e escorre pelo rosto devido ao aperto que ficamos no coração por estarmos longe dos que mais amamos (e é assim que escrevo esta publicação)!

(2017)