sexta-feira, 17 de março de 2017

Saudades…

Boas minha gente. Hoje venho falar sobre um assunto do qual já falei aqui no meu blog, das benditas saudades.
Saudades estas de pessoas que estão longe de nós, sejam por quilómetros ou por já terem partido deste mundo.
Hoje foco-me nas pessoas que estão longe de nós por distância física, por milhas e quilómetros de distância. Pessoas das quais passa um mar enorme, oceanos e países entre si.
Saudade que magoa que aperta o coração e que acaba escorrendo pela cara abaixo, mesmo quando não queremos e nos fazemos de fortes. Força essa que corre a sete pés a quando de ouvirmos a voz das pessoas que mais amamos, de quando vemos-las pela internet ou apenas de quando nos lembramos delas e dos momentos já passados anteriormente.
Estando longe dos nossos entes queridos até os momentos mais banias passados com estes se tornam numa recordação da qual podemos rir ou apenas lembrar com saudades.
O momento em que conseguimos estabelecer ligação para matarmos um pouco aquela saudade que temos torna-se numa alegria imensa, vindo a acabar e a tornar-se num momento muito doloroso quando é hora da despedida, tomando assim as lágrimas o destaque do adeus e aumentando a dor no peito.

Concorda ou não comigo? Será ou não que as saudades magoam por demais?

(2017)

terça-feira, 14 de março de 2017

Telemóveis à mesa

Olá minha gente. Hoje venho vos falar sobre uma das realidades que nos acompanha quase que todos os dias, os telemóveis. Não será engraçado e dará que pensar no antes e no depois deles terem se tornado num bem essencial para nós. 
Hoje em dia para qualquer lado que uma pessoa vá tem sempre certas coisas das quais não pode passar sem,  porém, na nossa actualidade o telemóvel tornou-se de tal modo em algo tão importante que é como se fizesse parte da roupa que vestimos para nos taparmos.
Acho engraçado que antigamente quando não havia telemóveis existia vida na mesma, rotina. 
As pessoas tornaram-se tão dependentes destes aparelhos que as suas vidas como que giram em certo ponto ao seu redor. Desde ao acordar ao deitar, às  idas ao wc,  ao andar de autocarro, enfim, tudo no nosso dia a dia. Deixamos de saber datas,  números de telemóvel,  fazer contas simples, entre muitas outras funções por o nosso amiguinho nos proporcionar tudo isso apenas com simples cliques. 
Passamos a vida em torno da bateria, dos acessórios para o telemóvel e se por acaso por algum acidente o mesmo deixar de funcionar passa a ser uma prioridade comprar logo um para repor o que se estragou.
Nem à mesa se há descanso. As pessoas deixaram de aproveitar as coisas simples da vida para estarem coladas sempre a olhar para um ecrã que têm entre as mãos,  para tirar fotos, mandar mensagens, ver vídeos,  enfim, em vez de aproveitarem que estão juntos com outras pessoas para interagirem e fugirem um pouco do mundo tecnológico.
As tecnologias podem ser boas até certo ponto, mas por outro lado tornou-se num vício para as pessoas das quais preferem deixar de lado o convívio e o contacto pessoal para estarem sempre conectados com as "modernices".

O que acha?  Concorda comigo ou não que os telemóveis têm demasiada importância na vida das pessoas?

(2017)

domingo, 12 de março de 2017

A new start

Quero crescer,
Para o possível e impossível esquecer!
Apagar o passado,
Que está mais do que estragado!

Começar do zero,
Com tudo de inesperado.
Viver como uma flor a desabrochar,
Que não sabe pelo que vai passar!

Eu não quero mais,
Continuar a viver esta vida!
Se possível…
Apagar como um fusível…

Continuar assim…
Sempre a sofrer,
Se todos os lados?
Já não há alegria de viver!

Por mais que pense que estou no fundo,
Acabo sempre por cair ainda mais.
Vejo que o fundo não tem fundo.

É como se estivesse a subir um rochedo,
E que quanto mais subisse… mais alto fosse.

Só quero que me deixem em paz!

(2009)


terça-feira, 7 de março de 2017

Preconceito

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre o preconceito que várias pessoas sofrem no seu dia-a-dia. Quem nunca sentiu o preconceito das pessoas que nos rodeiam? Quem nunca se deparou com alguém preconceitooso que humilha um individuo que se cruze com ele por mero acaso?
Infelizmente vivemos numa sociedade em que aponta muito o dedo a qualquer pessoa que passe à sua frente e que não se enquadre nos padrões de beleza estabelecidos por ela mesma (a sociedade).
Mais uma vez volto a dizer “infelizmente”, os padrões estabelecidos pela comunidade que denominamos sociedade centralizam-se na aparência física e nas escolhas que as pessoas tomam (escolhas pessoais). Porquê apontar o dedo e discriminar as escolhas das pessoas se isso não diz respeito a mais ninguém? Porquê gozar/fazer piada da aparência das pessoas? Será que já pararam para pensar que as pessoas são assim sem terem escolhido?
Cada quem tem direito a ser como é e de não ser julgado por mais ninguém! Pois a vida é de cada um e dela cada quem sabe de si, sem precisar de opiniões não pedidas de ninguém!


O que acha? Concorda comigo? Será justo as pessoas darem as suas opiniões discriminatórias sem serem pedidas?

(2017)

sábado, 4 de março de 2017

Rotina diária alterada

Olá minha gente. Quem de vós não viu a sua rotina diária alterada? Seja devido a ter mudado de país ou apenas de trabalho, por ter tido crianças ou até mesmo por ter descoberto alguma doença (o que não espero que seja o seu caso)?
Todos nós temos as nossas rotinas todos os dias, todos os meses e todos os anos (seja o motivo por qual for). Agora imagine que viaja para um país diferente, no qual não conhece os locais, as ruas, as lojas, as pessoas, o idioma e até o clima.
É uma mudança radical à qual ninguém está a 100% preparado para tal. É o descobrir de algo novo, não esperado.
Partir em busca de algo novo e diferente enfrentando novos horários, novos locais, novos idiomas, novos rostos, enfim, às novidades envoltas no novo ambiente envolvente.
Começar uma rotina toda de novo, sem estar preparado para nada…


O que acha concorda comigo ou não que é um novo desafio?


(2017)

quarta-feira, 1 de março de 2017

De malas aviadas

Quem é que nunca passou pelo setresse de deixar as malas prontas para viajar pela primeira vez? Aquela ansiedade de andar de avião pela primeira vez? Ver outro “mundo” sem ser naquele em que nasceu? Poder crescer mais um pouco em nível da cultura/conhecimento, ir à descoberta do desconhecido?
Pois então, muitas pessoas já passaram, outras nem por isso e outras podem estar a passar por essa situação neste momento (quem sabe). Será apenas aquela mais uma primeira vez para algo que nunca fizemos ou talvez uma primeira vez que engloba mais cuidados?
Isto tudo dependerá da pessoa em questão (visto que existem pessoas mais organizadas que outras) e do tempo que leva até à viagem.
Os “setresses” são vários. Estes vão desde a compra das passagens, às malas, à roupa a levar, os documentos, o peso permitido, enfim, tudo o que possa envolver viajar da nossa terrinha.
Engraçado que por mais que a pessoa pense que já tratou de tudo, existe sempre algo que faltou fazer ou não deu tempo e aquela ansiedade de querer que tudo corra bem e como planeado.



Viajar… parece tão boa ideia e tão relaxante, porém por outro lado uma tremenda dor de cabeça pela quantidade de tarefas que isso engloba.

(2017)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

À procura de trabalho lá fora

Quantos de nós já não se viram obrigados a emigrar por causa de conseguir um trabalho, melhores condições de vida? Acabamos os estudos e não tivemos possibilidade de exercer as nossas qualificações no nosso país?
Pois minha gente, esta infelizmente é a nossa triste realidade. Somos crianças e somos obrigados a estudar até ao 12.º ano de escolaridade (tendo de escolher qual a área vocacional no 9.º ano – sabendo que nesta idade estamos a começar a entendermos como uma pessoa quanto mais será pensarmos no nosso futuro), isto porque é obrigatório por lei (segundo o que sei), ou seja, mesmo que o adolescente não tenha a mínima ideia do que quer para o seu futuro nem tenha o conhecimento mínimo básico das possibilidades que este pode escolher.
Acabando o 12.º ano já com muito esforço, os estudiosos prosseguem para a universidade pensando em investir no seu futuro adquirindo estudos mais aprofundados na área em que lhe desperta interesse. Na conclusão dessa longa etapa (seja apenas licenciatura, mestrado, doutoramento e por aí fora) já com o “canudo” na mão os felizardos sentem-se pessoas importantes que iram trabalhar e receber uns bons ordenados, tendo uma boa qualidade de vida, sim, porque dedicaram muitos anos a estudar para um dia serem alguém. Eis que chega o dia cruel. Dia em que procuram trabalho e são-lhes fechadas todas as portas nas suas áreas por terem demasiadas qualificações, pela sua idade, ou simplesmente por não precisarem de pessoas. Os estudantes formados vêem-se obrigados a irem para fora do país. Mais uma vez procuram trabalho na sua área e nada feito. Qual será a única opção que lhes resta? Se submeterem aos trabalhinhos que aparecerem, sejam eles em que área for (limpeza, atendimento público – coisas que “supostamente” só quem não estudou mais fazem (pensam eles)). Sendo no nosso país ou lá fora, infelizmente nos dias que decorrem ter estudos ou não ter já não é tido em questão como antes. Hoje em dia o que conta é força para trabalhar e ser-se desenrascado. O que vier à rede é peixe. Há trabalhinho? Bom! É aproveitar, arregaçar as mangas e fazer o que nos compete para ganharmos o nosso dinheirinho e tocarmos a nossa vida para frente. Quem fica à espera do trabalho dos seus sonhos ou que “merece”, mais vale esperar sentado, pois pode não chegar.


Desde que haja trabalhinho, saúde e força de vontade é arregaçar as mangas e pôr mãos ao trabalho.

(2017)