Mostrando postagens com marcador Opinião.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Opinião.... Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de março de 2017

Saudades…

Boas minha gente. Hoje venho falar sobre um assunto do qual já falei aqui no meu blog, das benditas saudades.
Saudades estas de pessoas que estão longe de nós, sejam por quilómetros ou por já terem partido deste mundo.
Hoje foco-me nas pessoas que estão longe de nós por distância física, por milhas e quilómetros de distância. Pessoas das quais passa um mar enorme, oceanos e países entre si.
Saudade que magoa que aperta o coração e que acaba escorrendo pela cara abaixo, mesmo quando não queremos e nos fazemos de fortes. Força essa que corre a sete pés a quando de ouvirmos a voz das pessoas que mais amamos, de quando vemos-las pela internet ou apenas de quando nos lembramos delas e dos momentos já passados anteriormente.
Estando longe dos nossos entes queridos até os momentos mais banias passados com estes se tornam numa recordação da qual podemos rir ou apenas lembrar com saudades.
O momento em que conseguimos estabelecer ligação para matarmos um pouco aquela saudade que temos torna-se numa alegria imensa, vindo a acabar e a tornar-se num momento muito doloroso quando é hora da despedida, tomando assim as lágrimas o destaque do adeus e aumentando a dor no peito.

Concorda ou não comigo? Será ou não que as saudades magoam por demais?

(2017)

terça-feira, 14 de março de 2017

Telemóveis à mesa

Olá minha gente. Hoje venho vos falar sobre uma das realidades que nos acompanha quase que todos os dias, os telemóveis. Não será engraçado e dará que pensar no antes e no depois deles terem se tornado num bem essencial para nós. 
Hoje em dia para qualquer lado que uma pessoa vá tem sempre certas coisas das quais não pode passar sem,  porém, na nossa actualidade o telemóvel tornou-se de tal modo em algo tão importante que é como se fizesse parte da roupa que vestimos para nos taparmos.
Acho engraçado que antigamente quando não havia telemóveis existia vida na mesma, rotina. 
As pessoas tornaram-se tão dependentes destes aparelhos que as suas vidas como que giram em certo ponto ao seu redor. Desde ao acordar ao deitar, às  idas ao wc,  ao andar de autocarro, enfim, tudo no nosso dia a dia. Deixamos de saber datas,  números de telemóvel,  fazer contas simples, entre muitas outras funções por o nosso amiguinho nos proporcionar tudo isso apenas com simples cliques. 
Passamos a vida em torno da bateria, dos acessórios para o telemóvel e se por acaso por algum acidente o mesmo deixar de funcionar passa a ser uma prioridade comprar logo um para repor o que se estragou.
Nem à mesa se há descanso. As pessoas deixaram de aproveitar as coisas simples da vida para estarem coladas sempre a olhar para um ecrã que têm entre as mãos,  para tirar fotos, mandar mensagens, ver vídeos,  enfim, em vez de aproveitarem que estão juntos com outras pessoas para interagirem e fugirem um pouco do mundo tecnológico.
As tecnologias podem ser boas até certo ponto, mas por outro lado tornou-se num vício para as pessoas das quais preferem deixar de lado o convívio e o contacto pessoal para estarem sempre conectados com as "modernices".

O que acha?  Concorda comigo ou não que os telemóveis têm demasiada importância na vida das pessoas?

(2017)

terça-feira, 7 de março de 2017

Preconceito

Boas minha gente. Hoje escrevo sobre o preconceito que várias pessoas sofrem no seu dia-a-dia. Quem nunca sentiu o preconceito das pessoas que nos rodeiam? Quem nunca se deparou com alguém preconceitooso que humilha um individuo que se cruze com ele por mero acaso?
Infelizmente vivemos numa sociedade em que aponta muito o dedo a qualquer pessoa que passe à sua frente e que não se enquadre nos padrões de beleza estabelecidos por ela mesma (a sociedade).
Mais uma vez volto a dizer “infelizmente”, os padrões estabelecidos pela comunidade que denominamos sociedade centralizam-se na aparência física e nas escolhas que as pessoas tomam (escolhas pessoais). Porquê apontar o dedo e discriminar as escolhas das pessoas se isso não diz respeito a mais ninguém? Porquê gozar/fazer piada da aparência das pessoas? Será que já pararam para pensar que as pessoas são assim sem terem escolhido?
Cada quem tem direito a ser como é e de não ser julgado por mais ninguém! Pois a vida é de cada um e dela cada quem sabe de si, sem precisar de opiniões não pedidas de ninguém!


O que acha? Concorda comigo? Será justo as pessoas darem as suas opiniões discriminatórias sem serem pedidas?

(2017)

sábado, 4 de março de 2017

Rotina diária alterada

Olá minha gente. Quem de vós não viu a sua rotina diária alterada? Seja devido a ter mudado de país ou apenas de trabalho, por ter tido crianças ou até mesmo por ter descoberto alguma doença (o que não espero que seja o seu caso)?
Todos nós temos as nossas rotinas todos os dias, todos os meses e todos os anos (seja o motivo por qual for). Agora imagine que viaja para um país diferente, no qual não conhece os locais, as ruas, as lojas, as pessoas, o idioma e até o clima.
É uma mudança radical à qual ninguém está a 100% preparado para tal. É o descobrir de algo novo, não esperado.
Partir em busca de algo novo e diferente enfrentando novos horários, novos locais, novos idiomas, novos rostos, enfim, às novidades envoltas no novo ambiente envolvente.
Começar uma rotina toda de novo, sem estar preparado para nada…


O que acha concorda comigo ou não que é um novo desafio?


(2017)

quarta-feira, 1 de março de 2017

De malas aviadas

Quem é que nunca passou pelo setresse de deixar as malas prontas para viajar pela primeira vez? Aquela ansiedade de andar de avião pela primeira vez? Ver outro “mundo” sem ser naquele em que nasceu? Poder crescer mais um pouco em nível da cultura/conhecimento, ir à descoberta do desconhecido?
Pois então, muitas pessoas já passaram, outras nem por isso e outras podem estar a passar por essa situação neste momento (quem sabe). Será apenas aquela mais uma primeira vez para algo que nunca fizemos ou talvez uma primeira vez que engloba mais cuidados?
Isto tudo dependerá da pessoa em questão (visto que existem pessoas mais organizadas que outras) e do tempo que leva até à viagem.
Os “setresses” são vários. Estes vão desde a compra das passagens, às malas, à roupa a levar, os documentos, o peso permitido, enfim, tudo o que possa envolver viajar da nossa terrinha.
Engraçado que por mais que a pessoa pense que já tratou de tudo, existe sempre algo que faltou fazer ou não deu tempo e aquela ansiedade de querer que tudo corra bem e como planeado.



Viajar… parece tão boa ideia e tão relaxante, porém por outro lado uma tremenda dor de cabeça pela quantidade de tarefas que isso engloba.

(2017)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

À procura de trabalho lá fora

Quantos de nós já não se viram obrigados a emigrar por causa de conseguir um trabalho, melhores condições de vida? Acabamos os estudos e não tivemos possibilidade de exercer as nossas qualificações no nosso país?
Pois minha gente, esta infelizmente é a nossa triste realidade. Somos crianças e somos obrigados a estudar até ao 12.º ano de escolaridade (tendo de escolher qual a área vocacional no 9.º ano – sabendo que nesta idade estamos a começar a entendermos como uma pessoa quanto mais será pensarmos no nosso futuro), isto porque é obrigatório por lei (segundo o que sei), ou seja, mesmo que o adolescente não tenha a mínima ideia do que quer para o seu futuro nem tenha o conhecimento mínimo básico das possibilidades que este pode escolher.
Acabando o 12.º ano já com muito esforço, os estudiosos prosseguem para a universidade pensando em investir no seu futuro adquirindo estudos mais aprofundados na área em que lhe desperta interesse. Na conclusão dessa longa etapa (seja apenas licenciatura, mestrado, doutoramento e por aí fora) já com o “canudo” na mão os felizardos sentem-se pessoas importantes que iram trabalhar e receber uns bons ordenados, tendo uma boa qualidade de vida, sim, porque dedicaram muitos anos a estudar para um dia serem alguém. Eis que chega o dia cruel. Dia em que procuram trabalho e são-lhes fechadas todas as portas nas suas áreas por terem demasiadas qualificações, pela sua idade, ou simplesmente por não precisarem de pessoas. Os estudantes formados vêem-se obrigados a irem para fora do país. Mais uma vez procuram trabalho na sua área e nada feito. Qual será a única opção que lhes resta? Se submeterem aos trabalhinhos que aparecerem, sejam eles em que área for (limpeza, atendimento público – coisas que “supostamente” só quem não estudou mais fazem (pensam eles)). Sendo no nosso país ou lá fora, infelizmente nos dias que decorrem ter estudos ou não ter já não é tido em questão como antes. Hoje em dia o que conta é força para trabalhar e ser-se desenrascado. O que vier à rede é peixe. Há trabalhinho? Bom! É aproveitar, arregaçar as mangas e fazer o que nos compete para ganharmos o nosso dinheirinho e tocarmos a nossa vida para frente. Quem fica à espera do trabalho dos seus sonhos ou que “merece”, mais vale esperar sentado, pois pode não chegar.


Desde que haja trabalhinho, saúde e força de vontade é arregaçar as mangas e pôr mãos ao trabalho.

(2017)

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Do lado de lá do ecrã

Boas gente.  Quantos de nós falamos com pessoas que estão longe através da Internet? Através de vários programas que podemos ter nos nossos telemóveis, tablets ou portáteis/computadores?
É verdade minha gente, infelizmente cada vez mais a distância instala-se entre as famílias devido à procura de melhores condições de vida (condições estas que não nos são proporcionadas na nossa terra, no nosso país). As pessoas vêem-se obrigadas a emigrarem à procura de uma vida melhor, mais estável, infelizmente longe dos seus entes mais queridos.
Felizmente existe a Internet que facilita a troca de mensagens e torna possível ver ao vivo e a cores em tempo real os nossos parentes através das câmaras instaladas nos aparelhos tecnológicos que usamos nos dias de hoje.
Antigamente não é que fosse impossível a troca de mensagens entre parentes, porém, como o único recurso possível eram as cartas e estas, por sua vez,  corriam o risco de serem perdidas pelas longas distâncias e pelo tempo que levavam a chegarem aos seus destinos.
Quantos de nós já vimos várias vezes os nossos parentes do lado de lá do ecrã e nunca pensamos passar para o lado que observamos? Acabar um dia por sermos nós a sermos vistos pelos nossos parentes que ficam onde estávamos?
Esta é a nossa realidade, porém, ainda bem que existe um lado de lá que permite mantermos contacto com os nossos parentes podendo atenuar um pouco a saudade sentida.

Concorda ou não que neste aspecto a Internet e as novas tecnologias até que foram boas invenções? Poderá ou não a existência de um lado de lá do ecrã ajudar com as saudades?


(2017)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sortudo/a...

Gente, quem nunca se sentiu sortudo/a por ter alguém em sua vida?... Falo em alguém que marque a vossa vida, de alguma maneira (boa de preferência).
Todos nós em alguma altura da nossa vida pensamos em que aquela pessoa é uma "bênção" em existir na nossa caminhada que é a vida. Ao falar de alguém especial refiro-me a várias hipóteses, estas sendo mãe, pai, irmã ou irmão, tio/a, namorado/a, amigo/a, enfim, qualquer pessoa que de certo modo tenha influenciado a vossa vida de uma maneira positiva.
Podem conviver com essa pessoa todos os dias ou nem por isso, o que interessa é o "efeito" que causa em nós, aquela sensação de confiança, segurança, alegria, porto de abrigo, um como que quase "tudo", ou seja, um alguém que nos faça sentirmos super bem ao lado delas.
Por muitas vezes, muitas pessoas julgam ter encontrado esse tal alguém e depois virem a descobrir que afinal não era...
Eu posso dizer que encontrei e que me faz sentir super sortuda, pois nele encontrei tudo o que procurava e me faltava para sentir completa. Agradeço a Deus de ter entrado na minha vida. 
Ao seu lado sinto que sou capaz de tudo e de ir aonde quer que seja independentemente dos obstáculos e das condições que isso implique. Posso dizer que o meu sonho tornado realidade, que me faz sentir uma sortuda. Conseguir descrever a sensação é complicado devido a não encontrar as palavras certas, porém quem se sente assim conseguirá perceber ao que me refiro. É o sentir-se único/a no meio de todo o mundo.
Gente o que posso dizer-vos é que quando encontrarem esse alguém saibam dar o devido valor e preservar para toda uma vida, pois pessoas assim não existem muitas e as que existem são muito especiais.


Concorda ou não comigo? Existiram ou não pessoas que nos fazem sentir sortudos/as? Serei apenas eu a pensar assim?

(2017)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Frio...

Minha gente, hoje pensei em escrever sobre o frio que se tem feito sentir (porque não). Quem é que não anda sentindo frio nestes últimos meses? Será que alguém? Esta vaga de frio parece que veio para ajudar os vendedores a fazerem lucro graças às roupas quentes que têm para vender.
Todos os anos é normal haver frio, principalmente agora no inverno, porém, este ano parece estar a ser mais rigoroso. Será efeito apenas da poluição? Não sei. Talvez o cientistas possam responder a tal questão, pois estão qualificados para tal.
Falo por mim, eu acho que às vezes um pouco de frio até sabe bem, mas não com a intensidade que sentimos agora.
No tempo frio sempre caiu bem um chá quentinho, um café, um cacau quente, uma ponchinha (pelo menos na Madeira), coisas quentes que aqueçam (falando na bebida), enquanto no que toca às roupas já damos prioridade aos casacos, calças bem quentes, luvas, gorros, cachecóis, meias, pantufas e claro, não podem faltar as mantas e os cobertores, de preferência de frente para uma lareira ou em algum sítio bem quente.
Os métodos e técnicas para aquecer cada quem tem as suas, umas melhores que outras, cada quem aquece-se de acordo com o frio que faz onde se encontra e conforme lhe é possível.
Muitos de nós falamos do frio que sentimos e que algumas vezes é quase que impossível aquecer, porém deveríamos parar e reflectir que há pessoas piores que nós que não têm uma casa sequer para se abrigarem como nós, os sem abrigo, esses sim passam por muito frio e por vezes nem sequer uma sopa têm para se aquecer à noite.
Tal como eu disse, todos nós sentimos o frio consoante os nossos meios ambientes e as condições em que nos encontramos.
O que todos devem fazer é se manterem quentes e abrigados do frio consoante poderem.


O que acha que cada um deve de fazer para se manter quente com este frio que se faz sentir? Concorda comigo?
(2017)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Hospitais...

Minha gente, quantos de nós não apreciamos muito os hospitais? Uns pelo cheiro que nele existe, outros pelos motivos que nos levam lá ou até mesmo pelas possibilidades de doenças que lá são potencialmente contagiosas?
É normal (pelo menos a meu ver) o não ser muito fã desses espaços, os hospitais. É imenso o número de pessoas que se vêem obrigadas a dirigirem-se a esse recinto devido a motivos de saúde.
Inúmeras pessoas vêem as suas vidas confinadas aos hospitais devido às doenças que têm, tendo assim de adaptar o seu dia-a-dia em função da sua ida ao centro hospitalar.
As pessoas por si já não são muito adeptas dos centros de saúde (pelo menos a maioria) quanto mais dos hospitais. Os centros de saúde podem ser vistos como um "cheirinho" dos hospitais, sendo as urgências um "cheiro" mais elevado e mais perto do topo que é o hospital em si.
Tudo o que diz respeito à saúde é normal as pessoas terem um pouco de receio, pois pode tratar-se de doenças mais problemáticas o que significa maior preocupação por parte dos utentes, o que em geral vem a contribuir com a alteração de todo o seu sistema imunológico (o que deixa o corpo mais exposto a doenças). 
Sejamos realistas, o simples facto de sabermos que temos de nos deslocar ao hospital já nos deixa nervosos, então quando chega à sala de espera, aquela angústia de esperar pela consulta, tendo de aguardar naquele ambiente com pessoas doentes e correndo o risco de apanhar alguma gripe ou algo do género, ainda passando pelo setresse depois de poder vir a remarcar exames para descobrir o que podemos ter e sem contar com o dinheiro a gastar em medicamentos e em tentar recuperar o tempo gasto nesse local é o suficiente para que uma pessoa prefira se manter longe desse local.
Muitas más recordações alguns de nós temos dos hospitais, porém, deles não podemos fugir e temos de encara-los como um sítio em que poderemos encontrar quem sabe a porta da esperança para prevermos o agravamento de muitas doenças.


As experiências com os hospitais podem não ser as melhores, mas será que estes não podem ser a solução para muitos males? Serei apenas eu que quando vou ao hospital penso desta maneira?

(2017)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

No dia em que iremos perder alguém

Todos nós iremos morrer um dia, mais cedo ou mais tarde. Não seremos apenas nós como também os nossos pais, irmãos, tios, conhecidos e por aí fora. Ninguém escapa para contar história.
Todos nós sem excepção passamos a vida sem pensar no dia trágico em que iremos perder aquelas pessoas que amamos e com as quais lidamos toda a nossa vida e que inclusive nos viram crescer.
É duro pensarmos nisso e não deixarmos cair uma lágrima pelo rosto abaixo, porém a mais pura realidade é que passamos os nossos dias atarefados pensando no que faremos e não poderemos fazer no nosso futuro sem pararmos e pensar que o dia seguinte é algo impossível de prever por completo.
Podemos perder pessoas mais novas ou mais velhas que nós. Podem ser apenas conhecidos como também um dia será os nossos pais (talvez a despedida mais dolorosa), todas as perdas que nunca paramos para pensar em como nos sentiremos nesse dia e no quão difícil será lidar com isso. Estejamos perto ou longe dessas pessoas não irá diminuir a nossa dor. Cada quem irá sofrer à sua maneira, uns mais que outros, mas no entanto, desde que os outros respeitem é o que interessa.
Perder alguém é inevitável, pois estas são as leis da vida, por isso mais vale aproveitar os poucos momentos que conseguimos estar com essas pessoas, pois chegará ao dia em que iremos querer estar com elas e não nos será possível.
Hoje estamos cá e amanhã poderemos já não estar, isto é, tanto nós como os outros.

A morte é algo inevitável, porém deve ser vista como a paz eterna para a pessoa que partiu. É triste, mas todos nós um dia partiremos.

O que acha? A perda de alguém deve de ser sofrida ou visto apenas como a partida de alguém para o descanso eterno sem dor?


(2017)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Quem somos nós?

Quem somos nós nesta nossa vidinha que levamos? Seremos donos da nossa própria vida ou de algo que diz respeito a ela?
Todos nós levamos uma vida em que planeamos e agendamos tudo como se tivéssemos a plena certeza que chegaremos ao dia seguinte com vida.
Nós estamos nesta vida hoje, porém, amanhã podemos já cá não estar. Dependemos do destino ou das oportunidades que esta vida nos proporciona, sem contar com obstáculos que nos põem à prova para ver se somos capazes de vencê-los e de merecer estarmos neste mundo a viver uma vida, tendo a oportunidade de vencer novos obstáculos.
Quem somos nós afinal? Meras peças/peões com os quais o destino joga com “as nossas vidas”. Permanecemos nesta vida o tempo que o nosso destino quer e pretende.
Nós não controlamos nada.
O que cada um deve fazer é aproveitar a oportunidade de ter uma vida e de usufruir ao máximo das coisas boas que esta nossa estadia pode nos proporcionar.

O que diz sobre isto? Teremos ou não capacidade para vivermos uma vida? Seremos nós a decidir o tempo que ficamos cá neste mundo, um ser mais além ou o nosso destino?

(2017)


sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo


Bem, bem, quem diria que como todos os anos mais um ano termina para começar outro. Mais uma vez terminaremos o ciclo dos 365 dias (este ano 366) para iniciá-lo outra vez e voltar a lutar para alcançar os nossos objectivos e cumprir as nossas metas.
Um ano acaba e com ele muitas promessas e desejos para o novo ano se iniciam, mas agora se serão cumpridas, isso já é outra história.
Chega esta altura do ano e como dita a regra os votos de todos para todos são basicamente sempre os mesmos (muita saúde, amor, harmonia, alegria, concretização, felicidade e por aí fora), nunca se esquecendo de que todos os seus sonhos se concretizem (e se se concretizassem o euromilhões sairia a muitas pessoas).
O ano novo é algo que marca as pessoas, não só pelos fogos de artifício que embelezam todos os países a quando da meia noite, mas como também pelos emigrantes que regressam às suas origens nesta data para estarem com as suas famílias e matarem as saudades da sua "terrinha natal".
O fim do ano é o final de um longo ciclo e do início de outro novo ciclo, com novos obstáculos, novas metas, novas realizações, concretizações e conquistas.
A todos desejo todos os votos comuns e mencionados acima como também toda a sorte do mundo, que passem ao lado de quem mais amam e vos faz feliz e já agora entrem com os dois pés para não caírem.

Estes são os meus votos de Feliz Ano Novo. Adeus 2016, foste bonzinho mas agora está na hora do 2017 entrar em acção!!

(2016)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O Natal

Quem não conhece a festividade tradicional anual? Que movimenta várias pessoas a gastarem dinheiro a mais do que todo o ano (sendo as causas as comidas, as prendas e decorações). Aquela altura do ano em que as crianças enlouquecem pelos presentes que anseiam dizendo que se portaram bem todo o ano e que tiraram boas notas.
O Natal, a comemoração em que é suposto reunir toda a família, conviver com os mais chegados, tentando se abstrair dos setresses diários (sejam eles do trabalho ou de casa).
Há quem  não ligue ao Natal (e eu não tenho nada contra isso), porém é uma data especial não só para os cristãos (pela sua simbologia) como também para outras pessoas devido a poder ser a oportunidade de tentar rever e se juntar àqueles que já não veem a algum tempo (sendo estes família e/ou amigos) e de passarem "um bom momento" com eles.
Esta festividade não se trata apenas das prendas para os mais novos e os demais, mas sim também de tentar despertar um pouco a generosidade das pessoas para os mais necessitados (não sendo só os mendigos ou os pobres, mas sim dos mais idosos que ficam como que meio esquecidos pelas suas famílias durante o ano inteiro).
Nesta época natalícia o que conta não é uma mesa farta, as prendas caras ou excessivas, nem tão pouco as roupas "chiques" e novas com que as pessoas aparecem mas sim a felicidade, a harmonia e o sentimento de união da família.
Está certo que qualquer pessoa gosta de tudo o que foi referido acima (não finjamos que é mentira), porém, nesta época o que mais conta é a saúde para toda a família e mais chegados, tudo o resto são extras e podemos considerar prendas do "Pai Natal".
O Natal é das crianças e dos mais crescidos. Concordo que as crianças apreciem mais a época devido aos brinquedos e ao "Pai Natal", porém os mais crescidos também fazem esta festividade juntando as famílias, olhando pelos mais idosos e tentando passar para os mais novos quais as razões do Natal ter tanta importância.
 
Um Feliz Natal cheio de tudo de bom para si e para os seus!
 
 
Concorda ou não que o Natal é de todos? Dos mais novos aos mais velhos? Da paz, harmonia, saúde e reunião da família?
 
(2016)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Dormir

Uma realidade que todos conhecemos todos os dias durante a nossa vida, independentemente de se estar doente ou não, de estarmos em qualquer país, enfim, é um facto que nos acompanha diariamente.
Dormir é uma necessidade básica do corpo, poder ter um determinado tempo para descansar todo o corpo para que este renove as suas energias e assegure o dia de amanhã.
Em certas profissões dormir é um privilégio, podemos ter como exemplo os bombeiros, os enfermeiros, os médicos de plantão, enfim, estas podem ser as principais, mas de certeza que existem outras que também exigem poucas horas de sono.
As pessoas gostam de dormir, ou pelo menos o facto de poderem estar deitadas na cama a descansar o corpo sem fazer nada. É certo que também existem aqueles indivíduos que usam e abusam do querer ficar a dormir, excedendo e muito o tempo necessário de descanso ao corpo, mas sendo esses não a maior parte da população (devido às tarefas que têm de realizar nos seus dia-a-dias).
Dormir é bom para o corpo e a mente, pois é o momento em que estamos descansando por completo o nosso “esqueleto” e “deixamos” de lutar contra a gravidade.
Não há nada que consiga pagar aquela sensação boa de podermos dizer “finalmente vou me deitar” e deixarmos o nosso corpo como que cair em cima da cama, ficando assim confortável e relaxar dos setresses do dia.
Sentir o corpo sobre a cama, ou seja, qual for o local de descanso, encostar a nossa cabeça de maneira confortável e poder deixar o corpo descansar por completo.

Quem é que não gosta de dormir? Aquela boa sensação de se deitar, deixar o corpo ceder à gravidade e deixar-se apenas descansar e esquecer todo o resto? O que me diz?


(2016)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A casa dos avós

Será que existe alguém que não tenha boas recordações da casa dos seus avós? Ou até mesmo que não tenha saudades dos tempos em que era criança e ia à casa de infância dos seus pais?
Acredito que nem todos crescemos com as boas memórias dos nossos primeiros tempos de existência neste mundo. Nem todos nós tivemos a sorte de crescermos a ser mimados pelos nossos avós, fazendo as nossas vontades contradizendo os nossos pais a maior parte das vezes.
A ida dos avós que significava docinhos, mimos, as nossas vontades feitas, alternativas de almoço e jantar caso não fosse do nosso gosto, enfim, coisinhas que só os avós costumam fazer.
Será que não tem saudades do tempo em que era criança e fazia asneiras, queria comer doces sem parar e coisas que todas as crianças gostam sem ser chamado/a a atenção pelos pais e quando o era os seus avós intervinham dizendo que era apenas uma criança, que era normal?
Isto é algo que não ficou preso ao passado, pois nos dias de hoje, muitas crianças gostam de ir para a casa dos seus avós nas férias e até mesmo quando estão doentes e isto porquê? Porque são mimados e quase que não existem limites e barreiras perante os avós, devido a estes só quererem a felicidade dos seus netos (nada mais que normal). Os pais das crianças não se esqueçam de que em tempos já estiveram no lugar dos seus filhos e que também gostavam das “regalias” do avô e da avó.


Agora lhe pergunto, será que não tem nem um pouco de saudades desses tempos de criança? Em que não tinha preocupações nem responsabilidades? Apenas limitava-se a ser uma criança em crescimento. Acha que as crianças de hoje ainda não aproveitam as idas às casas dos avós?


(2016)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Os médicos

Medicina, uma área muito precisa e muito exigente, não apenas por exigir conhecer imensos campos nessa área, mas também por se tratar de vidas, ou seja, de conseguir salvar vidas.
A maior parte as pessoas olham para os médicos como apenas meros profissionais de saúde que estudaram e que passam a vida a receitar medicamentos e a prescrever exames, ganhando com isto bom ordenado, porém, esquecem-se que estes têm imensos pacientes e que estes (por sua vez) ficam chateados pelos seus médicos de família não se recordarem do seu caso em específico (pois se tentassem ter a lista de pacientes que cada médico tem e cada um com o seu problema talvez compreendessem os profissionais).
As pessoas esquecem-se que os médicos de família além de atenderem em centros de saúde também tem horas de atendimento nas urgências e alguns deles até nos hospitais.
Outros médicos de que também falo são os cirurgiões, que por sua vez, também com imensas horas de blocos operatórios e com casos ainda mais preocupantes que os médicos de família. Estes seguram as vidas das pessoas nas duas mãos, podendo um mero erro (seja por cansaço ou um pouco de distracção) matar a pessoa que está sendo operada.
Ambos costumam passar mais horas exercendo as suas profissões do que com as suas famílias (o que às vezes pode levar a divórcios), tudo por terem abraçado as profissões que escolheram salvar vidas humanas a todo o custo, seja qual seja a situação.


Está certo que existem vários tipos de médicos, porém, será que estes profissionais não merecem o nosso respeito e compreensão quando estes não se lembram dos nossos problemas?


(2016)


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O cancro

Quem é que nunca ouviu falar desta doença? Desta anomalia que insiste em mudar inúmeras vidas, não só de quem acompanha o doente como também a do doente em questão?
O cancro, aquele que deixa de rastos famílias inteiras, o causador de tanto sofrimento e de tantas lágrimas derramadas! Desde muitos anos atrás que este já existia, porém, não era tão falado nem tão divulgado pelos media como nos dias de hoje.
Este não é um assunto muito fácil de falar, mas é uma realidade do nosso quotidiano.
Existem inúmeras famílias que sabem como é e qual a sensação que temos ao recebermos a triste notícia que um ente querido é portador de cancro. Uma notícia deveras muito triste e chocante que faz com que o nosso chão nos fuja debaixo dos pés, com que nos sintamos a cair de um precipício sem fim à vista, com que sintamos tal aperto no nosso coração em que nos sintamos como que sufocando, como se estivessem a sugar-nos todas as nossas forças e estivéssemos a desfalecer.
Não é nada fácil conviver com alguém canceroso, pois mesmo que nos sintamos sem forças temos sempre de transparecer que estamos super bem para darmos coragem e apoio a quem mais precisa. É normal que ninguém é de ferro para conseguir aguentar tamanha realidade dolorosa, mas também não convém demonstrarmos à pessoa afectada que estamos afectados com o que acontece.
Acompanhar a pessoa nas suas idas ao hospital e receber com ela as notícias e independentemente dos resultados continuarmos fortes do seu lado (sendo boas ou más notícias).
Nenhuma doença é fácil de enfrentar, mas o cancro consegue ser muito malvado, pois pode ter consequências muito cruéis (desde físico ao psicológico) fazendo com que os que não têm comecem a dar mais valor às coisas mais simples das suas vidas e que admirem a força das pessoas doentes (pois elas conseguem demonstrar terem mais força e aceitarem melhor a sua doença do que as rodeiam).


Acompanhando pessoas que têm o cancro conseguimos reparar que não comandamos a nossa vida, que nada está em nossas mãos. Podemos mesmo questionar se as pessoas afectadas realmente mereciam passar por tal sofrimento? Será que alguém neste mundo merecia passar por tal? Como é que as pessoas conseguem arranjar forças para suportar o facto de terem o cancro? Já passou por tal experiência? Sentiu que o mundo pudera acabar? Acha que é fácil passar por tal situação? O que acha?


(2016)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Desvalorização pessoal

Quantos de nós já não nos sentimos desvalorizados pelos que nos rodeiam? Quantos de nós já fomos tidos em conta que somos como crianças ou apenas pessoas que não temos a noção de nada e que não servimos de nada? Ser inferiorizado por pessoas que não têm a mais mínima noção das coisas.
Infelizmente penso que a maior parte das pessoas já passou por estas tristes experiências e continuam a passar, seja no trabalho, em casa, ou em qualquer meio envolvente.
Eu acho que é realmente uma pena as pessoas não se verem umas às outras como espelhos uns dos outros que tentam seguir as suas vidas sem perturbar as dos outros!
Porque não ter as suas vidas e deixar de opinar ou julgar os outros? Porquê julgar tudo e todos como se fosse alguém superior acima de todos à sua volta? Porquê ter de magoar os que o rodeiam sem tentar se colocar no lugar dos mesmos?
Estas são questões que me fazem muita confusão e que de certeza a outras pessoas também.
Porque razão moramos num mundo onde as pessoas sentem prazer ao desvalorizar os outros, ao se sobreporem a alguém?
Gostava de conseguir entender os “porquês” destas questões e muitas mais, porém, não encontrei até agora ninguém que conseguisse matar essas incertezas que tenho.


O que acha destas questões? Deste assunto? Também já foi desvalorizado/a? Será que é justo haver pessoas que se sentem superiores a nós e que se julgam no poder de opinar sobre todos?


(2016)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Fábricas: Pessoas VS Máquinas

Quem é que vivendo neste mundo em que vivemos ainda não se deu de conta que vivemos cada vez mais num planeta dominado pelas máquinas? A (talvez) excessiva produção e evolução das máquinas tem feito com que a maior parte da população seja dispensada dos seus serviços a fins de poupar recursos monetários investindo na maquinaria.
A evolução da tecnologia pode-se dizer que foi algo muito bom para todos nós em alguns aspectos (e não é preciso ser alguém muito sábio para chegar a essa conclusão), porém, estes avanços trouxeram com eles algumas consequências para a população em geral (como tudo na vida tem prós e contras).
Desde do princípio dos tempos o trabalho humano era o mais preciso, para tudo o que pudéssemos imaginar, pois as máquinas ainda eram as suas primeiras invenções (e de certeza estes nunca que pensaram vir a perder os seus trabalhos por conta da evolução das suas criações).  Contudo chegamos a um ponto em que se criaram robôs capazes de exercer as funções dos humanos e de programar as máquinas para fazerem tudo o que a mão do cidadão fazia com rigor.
Passamos duma geração em que se valorizava o trabalho das pessoas, para uma em que as máquinas fazem quase tudo sem ser necessário pagar-lhes.
A evolução foi boa até chegar ao ponto em que as pessoas não conseguem arranjar trabalho, devido não só aos típicos entraves (idade, aparência, estudos, entre outros) como também a devido às maquinas poderem fazer as mesmas funções sem “custar” tanto para a empresa.
Esta é a nossa (infelizmente outra vez) triste realidade que nos rodeia. Tanto demos pela evolução das máquinas que agora como paga estas “ocupam-nos” os lugares.


Será que é justo? Será que algum dia alguém pensou que isto poderia vir a acontecer? Será que a evolução da tecnologia ainda poderá nos afectar mais no sector do trabalho? O que acha?


(2016)